Não Esqueça Quem Você É: Relatos feitos por professores de Harvard
Atualmente estou procurando ler mais, não só assuntos relacionados à minha área de atuação e com isso, não está sendo incomum eu ganhar livros de presente, a maioria de auto-ajuda o mistério é saber o motivo de esse ser o gênero escolhido.
Não tenho nada contra livros de auto-ajuda, até li alguns que me foram dados, mas não é meu tipo de literatura. Então certo dia, recebo um presente e ao abri-lo me deparo com um livro de nome: Não Esqueça Quem Você É (Best Seller, 2006), um livro de auto-ajuda escrito por Daisy Wademan, que imaginou esse livro no último ano de curso de administração em Harvard.
A autora propôs a alguns de seus professores, que mais a motivara, a relatarem suas experiências em um livro, para preparar os futuros gerentes para as adversidades que eles encontrariam foras dos muros acadêmicos.
O livro foi então escrito e suas histórias divididas em quatro partes: ganhando perspectiva, administrando a si próprio, liderando os outros e construindo valores. Em todas as partes, relatos de professores, suas visões de mercado ou mundo, como chegaram até sua posição atual e o que eles esperam dos futuros gerentes.
Em todos os textos, existem mensagens edificantes, caminhos a serem trilhados e dicas das armadilhas que se pode encontrar no caminho da vida, mas diferente de outros livros de auto-ajuda que li. Esse livro apenas junta relatos de mestres, sem qualquer juízo de valores ou fórmulas prontas de como levar a vida, é o famoso aprender por exemplo.
Num total de quinze relatos bem escrito e traduzido, o leitor passará rapidamente pela vida e experiência do que acredito serem grandes professores de Harvard, cada um com uma graduação distinta, mas pós-graduado em administração, trazendo para a área uma visão da sua graduação, seja ela história, economia ou engenharia. O livro é realmente de auto-ajuda, mas ele abre uma brecha de como a pessoa quer lê-lo, se pegará as histórias como exemplo de vida e tentará recriar alguns conselhos no seu cotidiano ou apenas como um livro motivacional ou biográfico, isso fica a cargo do leitor.










Adolf Hitler. Não existe personagem mais estudado na história da humanidade. Quase todos os dias têm alguém falando dele. O passado, as influências, as ideias, estratégias, ações. E quanto mais conheço, menos entendo. Como ele conseguiu passar tanto tempo no poder? Planos para assassinar o ditador alemão existiram vários. Nenhum deu certo. O safado do Führer sempre conseguia escapar ileso.



O homem vive em guerra. Ao longo da vida enfrenta doenças, caos urbano, tragédias familiares, violência. Constantemente está exposto a riscos que não controla. É um vizinho psicopata, um chefe carrasco, um irmão egoísta, um juiz corrupto. A ameaça é real. O instinto faz o homem lutar por sobrevivência, mas no fundo, ele pensa: para quê viver? E essa é a pior das guerras. O homem busca um sentido para vida, não encontra...


Em Vampiros em Dallas (Editora Arx, 2009), Sookie e Bill namoram firme e sua relação pelo menos é tolerada pela pequena cidade de Bon Temps, porém outro assassinato ocorre, que irá, dessa vez colocar o detetive Andy Bellefleur na suspeita, já que o cozinheiro gay do Merllote, Lafayette, foi encontrado morto em seu carro, no dia anterior a um grande "porre" de Andy.



























