Sete Vidas: até onde você iria para curar uma ferida?
Will Smith foi o ator mais lucrativo de 2008. Essa foi a conclusão da Pesquisa Quigley, levantamento realizado anualmente desde 1932 com os compradores de filmes e proprietários de salas de cinema dos EUA. Não há dúvida que os sucessos de "Hancock" (leia a resenha) e "Eu Sou a Lenda" (leia a resenha) elevaram o ator a um novo patamar. O cara é certeza de cinema lotado, a crítica o adora, as pessoas o amam. Talento? Com certeza, ainda mais quando vem acompanhado de simplicidade e bom humor.
Superproduções parecem ser a especialidade do eterno Agente J. Mas é justamente quando ele se livra das amarras tecnológicas que consegue demonstrar todo seu potencial artístico. Vide "À Procura da Felicidade" (leia a resenha), do diretor italiano Gabriele Muccino. Em Sete Vidas (Seven Pounds, 2008), do mesmo Muccino, Will Smith mais uma vez prova seu talento. Talvez Sete Vidas represente o ápice de sua carreira do ator. O engraçado é que isso não foi suficiente para merecer uma indicação ao Oscar.


O começo é bem estranho, confuso, difícil de entender. Aos poucos, e de forma bem cadenciada, a história vai ficando simples. Conhecemos Ben através de flashbacks. O sujeito - que parecia tão antipático - esconde uma generosidade exacerbada, fora do comum. E essa é justamente a mensagem deixada por Sete Vidas: até onde você iria para curar uma ferida? A resposta é um final emocionante, chorei por uns 10 minutos. É impossível não se enxergar na tela. Uma belíssima mensagem sobre transplante de órgãos, segurança no trânsito e a importância da vida. Tinha que ser obrigatório nas escolas.

Confira o trailer legendado clicando no botão play da imagem abaixo.





























2 comentário(s) para o post: Sete Vidas: até onde você iria para curar uma ferida?
1.Excelente título (1º).
2.Resenha melhor que o filme.
3.A única cena boa é a da água-viva.
4. Não chorei.
:)
Insensível.
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