Essa tem sido uma semana muito triste. Ontem soube que a mãe de uma amiga faleceu. Hoje foi a irmã de um colega de trabalho. Ambos bem próximos de mim, vivemos uma rotina de trabalho e acima de tudo compartilhamos alegrias e tristezas. Nessas horas difíceis costumo me indagar sobre nossa missão no mundo, principalmente porque nesse caso a morte levou duas pessoas jovens, que não tiveram tempo suficiente para aproveitar a vida.Não perder tempo, fazer a vida valer a pena, contrariar a norma, assumir o risco. Todo mundo sabe dessas coisas, mas pouquíssimas pessoas têm coragem de colocar isso em prática. Uma delas é Walter Vale (Richard Jenkins), protagonista do filme Aprendendo a Viver (The Visitor, 2008) e concorrente ao Oscar na categoria Melhor Ator. Ele é um daqueles sujeitos que em toda esquina a gente encontra: homem, assalariado, meia-idade, abandonou os sonhos para viver no conforto consumista que a sociedade exige.


O roteiro é muito bom. Algumas cenas são emblemáticas, como a professora de piano decretando que ele era velho demais para aprender música. Existe mesmo isso? Duvido! Walter mostrou em Aprendendo a Viver ser absolutamente apaixonado pela música. Idependente de idade, o som aflora no bater ritmado da caneta, num um pé acompanhando o batuque do atabaque ou no assobio que imitando a gaita.



Confira o trailer clicando no botão play da imagem abaixo.
Quem você gostaria de ter como amigo: Tyson ou Holyfield? Quem seria um bom vizinho: John ou Paul? Quem você contrataria como motorista: Senna ou Schumacher? Quem seria o primeiro no seu time da pelada: Zico ou Maradona? Quem você chamaria pra um chazinho: romancistas ou modernistas? Não há resposta pra essas perguntas. Forças equivalentes não possuem vencedores ou derrotados.
























































