Quantas mentiras você disse hoje? De acordo com esse seriado o homem não conversa durante muito tempo sem contar alguma. Lie To Me – 1ª Temporada (Lie To Me - Season One, 2009) é um seriado investigativo, como tantos outros que permeiam os canais atualmente, porém ele trás um tempero diferente, não o uso de alta tecnologia, nem provas forenses partindo de perícias e corpos putrefatos e sim o homem.O homem em si não é o foco da série, mas as palavras que dizemos e a atitude corporal que temos e nesse contexto que entra em cena o Lightman Group, uma equipe especializada em detectar sem a necessidade de polígrafo o que as pessoas estão sentindo num momento de interrogatório e assim avaliar se a pessoa em questão diz a verdade ou não.
Na série esse grupo é criado pelo Dr. Cal Lightman (Tim Roth), que varreu o mundo estudando vários povos e trazendo a tona o conceito de universalização da microexpressão, provando que um mesmo sentimento universal apresenta as mesmas características corporais independente da cultura.


Eli Locker (Brendan Hines) outro estudioso das microexpressõe que tem uma doença de sempre falar a verdade, um glichê até perdoável pelo trocadilho de seu nome que seria numa tradução livre: cadeado. Caixão (lembra a frase "levar seu segredo para o túmulo"). E por fim temos Ria Torres (Monica Raymund), uma descendente latina que mesmo sem estudo tem o dom de ler microexpressões das pessoas.
Lie To Me não traz uma fórmula nova, mas o contexto e as histórias são bons. Pra mim a série ganha ponto ao mostrar celebridades mundiais e suas microexpressões em momentos chave. Será difícil depois de assistir essa série não tentar captar as microexpressãoes das pessoas no dia-a-dia.

Assista ao trailer:
A instituição família está falida! Talvez não completamente, mas boa parte do antigo código de honra não existe mais. A defesa intransigente dos pares, por exemplo, hoje é considerada desvio de caráter. Seguindo esse ritmo, certamente chegaremos ao dia em que pais, filhos e irmãos, serão inimigos íntimos vivendo sob eterna e mútua vigilância. Nesse admirável mundo novo, enfim, "1984" (romance de George Orwell, 




Os games há algum tempo vêm tomando o espaço (e o dinheiro) do cinema no lucrativo mercado do entretenimento. Sabiamente, ao invés de se tornarem rivais, essas indústrias uniram forças. Games adaptam filmes. Filmes adaptam games. O problema é que a balança anda pendendo pra um lado, pois a grande maioria dos filmes fracassou ao tentar transportar para a tela a dinâmica do joystick. Isso até Peter Jackson – o mago responsável pela trilogia O Senhor dos Anéis – anunciar o "projeto Halo". 

























































