Nine: um musical metalinguístico
Nine (Nine, 2009) é uma produção que em nenhum momento quis ser modesta. O filme conta com um elenco de peso, pois recriar um musical da Broadway nas telas nunca é algo simples e com a carga dramática prometida, somente com um elenco a altura.
Antes musical era uma regra no cinema de Hollywood, porém com o tempo esse tipo de filme foi perdendo terreno, até sumir completamente, porém como o estilo não morreu no teatro, estamos assistindo a volta desse ao cinema.
Em Nine, somos apresentados a Guido Contini (Daniel Day-Lewis) que interpreta um famoso cineastra italiano que está sendo consumido por sua própria fama e desde os sucessos dos primeiros filmes, não consegue mais emplacar um grande sucesso, seus dois últimos filmes são tidos como fracassos.
Guido terá que fazer um filme, porém encontra-se sem roteiro, apenas com o nome do projeto em mente e como a história irá se desenrolar, porém ele não consegue colocar no papel em palavras, parte do problema de inspiração é devido a uma vida com muitos excessos, pois apesar de casado ele possui uma amante, tem que mentir a respeito do roteiro do filme e vive praticamente numa mentira.


Nine em nenhum momento não tenta ser menos do que grandioso, cenários enormes retratando o que deveria ser um set de filmagem da Cinecittà, musicas com um peso dramático e uma iluminação enfatizando o jogo de luz e sombra, que seria os sentimentos contraditórios vividos por Guido.
Na construção da história é mostrando a luta de se montar um filme, as peças envolvidas, o drama e pressão que passa o diretor, temos uma clara construção metalingüística, onde passivamente embarcamos na vida de Guido sem pedir permissão e esses nos levas ao auge de sua loucura até a cura e por fim sua redenção.
Pesquisando o motivo do nome do musical ser Nine, encontrei a resposta no bolsademulher: Nine é inspirado pelo filme autobiográfico de Federico Fellini, "Oito e Meio".

Veja o trailer:
Adolf Hitler. Não existe personagem mais estudado na história da humanidade. Quase todos os dias têm alguém falando dele. O passado, as influências, as ideias, estratégias, ações. E quanto mais conheço, menos entendo. Como ele conseguiu passar tanto tempo no poder? Planos para assassinar o ditador alemão existiram vários. Nenhum deu certo. O safado do Führer sempre conseguia escapar ileso.



O homem vive em guerra. Ao longo da vida enfrenta doenças, caos urbano, tragédias familiares, violência. Constantemente está exposto a riscos que não controla. É um vizinho psicopata, um chefe carrasco, um irmão egoísta, um juiz corrupto. A ameaça é real. O instinto faz o homem lutar por sobrevivência, mas no fundo, ele pensa: para quê viver? E essa é a pior das guerras. O homem busca um sentido para vida, não encontra...


Em Vampiros em Dallas (Editora Arx, 2009), Sookie e Bill namoram firme e sua relação pelo menos é tolerada pela pequena cidade de Bon Temps, porém outro assassinato ocorre, que irá, dessa vez colocar o detetive Andy Bellefleur na suspeita, já que o cozinheiro gay do Merllote, Lafayette, foi encontrado morto em seu carro, no dia anterior a um grande "porre" de Andy.




























